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Cidades Históricas-0387
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Durante todos esses anos, sempre alguém me pediu ajuda ou dicas de fotografia, seja para algumas funções da câmera e lentes, como para melhorar seu olhar. Com isso, decidi me preparar para dar aulas particulares de fotografia para quem está começando nesta de fazer arte usando a luz.

São oito aulas, uma por semana, entre aulas teóricas e práticas, com o objetivo de desenvolver o olhar fotográfico e tornar o aluno conhecedor do equipamento e seu funcionamento.  Tudo isso através de fundamentação histórica, desenvolvimento de linguagem fotográfica, ensino de técnicas de manuseio do equipamento e uma introdução à manipulação digital.

No fim do curso será desenvolvido um pequeno projeto fotográfico. Baixe aqui o programa do curso.

Requisitos: Possuir uma câmera DSLR ou Mirrorless, e residir em Campinas-SP ou região.

Ficou interessado? Responda o questionário de interesse e eu entrarei em contato. Ou se preferir não esperar, entre em contato através do e-mail contact@brusilva.com ou pelo Whatsapp (19) 9-99845-4177.

Crianças de Ouro Preto
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Fotógrafo viajando significa toneladas de fotos. Sempre com a câmera na mão, cada instante rende uma nova captura. Depois, na chegada de volta em casa, hora de separar o joio do trigo e tratar, jogar fora o que não gostou (o que eu nunca faço – haja HD!) e começar a organizar o resultado de um dedo leve em local novo.

Mas há sempre aquela foto que vale por todas as outras. Nem sempre é a melhor foto, mas a que te tocou de alguma maneira.

Estava em Ouro Preto, cidade histórica e bucólica no meio de montanhas de Minas Gerais que outrora encheram os bolsos lusitanos e ingleses, andando com minha esposa pelas ruas, conhecendo a cidade como se deve fazer, quando me deparei com estas duas crianças, provavelmente esperando alguém dentro de um carro estacionado do outro lado da rua. Estavam contentes, brincando, quando mirei a câmera e gritei um “Oi!”. Elas ficaram eufóricas! Uma alegria imensa de terem sidos notados por alguém com uma câmera. A alegria foi recíproca. Cliquei e abri um sorriso pra elas. E ao sair caminhando, acenei com um adeus prontamente correspondido novamente com euforia pelas crianças.

Saí dali feliz e de ânimo renovado. A foto valeu por cada clique feito na viagem (que não foram poucos).

Uma dos princípios mais falados desde que Henri Cartier Bresson saiu pelas ruas com uma Leica em punho é o do “momento decisivo”. Trata-se daquele momento que o fotógrafo de rua espera o tempo todo. Aquela conjunção astro-física que faz com que uma cena perfeita se forme em frente à você com sua lente. O homem pulando a poça d’água e tendo seu corpo todo refletido. Uma eterna espera que, na maioria das vezes, nunca acontece.

Não é este momento que me fascina. São todos os outros.

Quando andamos pelas ruas sem o olhar fotográfico, simplesmente fazendo os caminhos de nosso dia-a-dia, não percebemos lugares nem pessoas. É um movimento automático quase robótico que tornam os indivíduos à nossa volta quase que imperceptíveis e os lugares mais do mesmo.

Já quando saímos olhando as cenas do cotidiano, as pessoas, como elas se relacionam entre si, com o meio, e com elas mesmas, tudo é diferente. É nisso que vejo a beleza. O que para outras pessoas é banal, como duas pessoas conversando num banco de praça, pra mim é uma cena interessante de duas pessoas que, naquele momento, são únicas no mundo.

Nas minhas fotografias de rua, é isto que procuro retratar. As relações humanas. Suas reações e interações sejam entre elas, seja com o meio. Até mesmo quando o fator humano não esteja na foto, mas um sinal intrínseco dele naquela cena.

A tradicional lavagem da escadaria da Catedral Metropolitana ocorre todo sábado de aleluia em Campinas há muitos anos. Grupos religiosos do Candomblé em todo país celebram na data buscando compartilhar energias positivas originárias das ervas e de elementos da natureza com o público.

Nesta 31ª vez ocorrendo na cidade, estive com câmera em punho para registrar alguns momentos dessa bonita festa e instante de sincretismo cultural entre o público geral e a religião de origem africana.

As fotos foram feitas com câmera digital (Canon EOS 70D) e analógica (Nikon F801 com filme Ilford Pan 400 preto e branco).

O cenário era bem desafiador. Meio dia, com sol forte, sombras duras no rosto das pessoas, muito contraste, roupas brancas, pele negra, etc. Espero ter captado um pouco da beleza desta festa.

[Best_Wordpress_Gallery id=”1″ gal_title=”Lavagem das Escadarias 2016″]

Fotografia, pra mim, sempre foi meu refúgio, meu momento de mudar a chave no cérebro, desligar dos problemas e mudar a forma de ver o mundo. Pensar retangular ou quadrado, olhar atento à composição ou no momento exato.

Muita gente me pede fotos para colocar em suas casas, escritórios, etc. Já imprimi para algumas pessoas, mas decidi compartilhar com quem mais quiser, de uma maneira mais fácil e segura.

Hoje fico feliz em abrir minha própria galeria onde você pode adquirir minhas fotos para emoldurar. As fotografias são impressas em papel de altíssima qualidade, utilizado para museus e galerias, com qualidade fineart em estúdio credenciado pela Canson, que não vão desbotar e resistirão por muito tempo. Cada fotografia terá tiragem limitada. Todas elas numeradas, assinadas e com certificado, para que seja algo garantidamente exclusivo.

Com a impressão na mão, enviada cuidadosamente, você poderá emoldurar da maneira que quiser. Em local de sua confiança.

Para iniciar, disponibilizei algumas fotos de Punta del Este, Paraty e Campinas (que vou explicar melhor cada um em novos artigos), mas atualizarei constantemente a galeria com novas fotos e projetos.

Então, sem mais cerimônias, entre na loja e escolha sua foto! Você pode fazer o pagamento pelo PayPal ou pelo PagSeguro. O envio é feito por SEDEX e PAC para todo Brasil.

Um abraço! Espero que gostem.

Acessem pelo menu “loja” ou clicando aqui.

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