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Existe um lugar que eu sempre quis parar para fazer retratos da minha esposa na “hora dourada”, aquele finzinho de tarde em que a luz do sol se torna alaranjada e evidencia a beleza de tudo que ela ilumina. Mas toda vez que eu passava por aquele local nesta hora, estava sem câmera. E quando estava com a câmera, me atrasava por algum motivo. Mas neste fim de semana foi diferente.

Finalmente pude, em hora justa, passar por aquele ponto com a câmera e com minha esposa. O local estava enfestado de malditos mosquitos borrachudos, o que fez a gente bater algumas fotos rapidamente e entrar correndo no carro. Mas o resultado foi o que eu esperava: fotos douradas, silhuetas em cor de fogo e lindos reflexos.

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