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Seguindo pelo Alentejo, com plantações de cortiça e oliveiras por toda via A6 e depois pela A66 na Espanha, chegamos à Andaluzia, mais precisamente em Sevilla. Um calor de fazer inveja ao sertão nordestino me fez comentar com um local. A resposta? “Hoje está fresquinho. Esses dias estava 42ºC na sombra”. Mas a cidade é toda preparada para este clima. Tanto que o horário comercial é na parte da manhã, fecha-se pela tarde e reabrem à noite, quando o sol já se foi.

A cidade é facilmente a mais bonita que visitei em toda minha vida. Um pouco menos limpa que cidades de Portugal, mas pra quem está acostumado com o Brasil, é um brinco. Onde se olha é uma cena bonita. Uma ruazinha fotogênica, uma igreja gigantesca, um café ou o Metropol Parasol, as famosas Setas de Sevilla. O pôr-do-sol em cima desta moderna construção no coração da cidade é daquelas experiências pra se guardar por toda a vida.

O Real Alcázar é um dos palácios ainda ativos mais antigos do mundo. Quando a família real da Espanha vai para Sevilla, é lá que se hospedam. Prédios com estilos muçulmanos, românticos e góticos se fundem com o mudéjar, tradicional estilo sevillano de origem islâmica. Em volta, enormes jardins trazem tranquilidade e mais beleza.

A Plaza de España foi construída em 1929 para abrigar a Exposição Ibero-Americana da Feira Mundial, e foi projetada pelo arquiteto Aníbal González. Uma enormidade em semi-círculo situada no Parque Maria Luisa que já foi locação para diversos filmes, incluindo Star Wars, o Ataque dos Clones como uma cidade do planeta Naboo.

Apenas dois dias foi pouquíssimo tempo para explorar essa cidade maravilhosa. Andamos como se não houvesse amanhã, mas a vontade é de voltar para passar mais tempo.

Dica:Se for visitar Sevilla, não deixe de experimentar uma clássica porção de churros com chocolate quente. Totalmente diferente do que vocês estão acostumados.

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